Futuro e tendências de BI e BA

Estudos mundiais da IDC mostram que 56% das organizações possuem de 2 a 9 sistemas de fontes de dados, e 20% possuem de 10 a 24. Esta volumosa movimentação de dados atrelada ao encurtamento dos ciclos de tomada de decisão traz consigo alguns desafios, e o primeiro deles diz respeito à complexidade em disponibilizar informações precisas e relevantes, no tempo certo para as pessoas certas.

Em um segundo momento, depois de as informações estarem disponíveis, os desafios passam a ser a definição de qual fato precisa ser medido e a criação de indicadores (KPIs) que sejam chave na avaliação do desempenho da organização. 

Neste contexto dinâmico e complexo, a Inteligência de Negócios tem evoluído para atender aos desafios com o objetivo principal de disponibilizar a todos stakeholders a informação certa, no momento certo para melhor capacitá-los na tomada de decisão em todas as funções de negócios da organização, inclusive as estratégicas, como aumento de lucro e receita, retenção de custos, inovação, mitigação de riscos, entre outras, oferecendo assim otimizações, planejamentos e previsões mais assertivos.

Claro que a idéia de usar a informação para ganhar vantagem competitiva não é novidade entre os líderes de negócio. Aristóteles Onassis já havia dito: “O segredo do negócio é saber algo que mais ninguém sabe”. O que é novo, no entanto, é o foco em automatizar os processos de decisão com o uso de soluções de tecnologia.

A Inteligência de Negócio continuará a ganhar importância uma vez que as organizações, cada vez mais, reconhecem a necessidade de não apenas analisar o que aconteceu no passado, mas também, e talvez mais importante, melhor compreender e mapear o que pode ocorrer no futuro e agir preventivamente.

O conceito de Inteligência de Negócios ainda não é compreendido em sua plenitude em muitas organizações, e estas, por conseqüência, não estão cientes dos reais benefícios que podem extrair.

Contudo já há evidências reais sobre o aumento da competitividade a partir do uso de soluções de Business Analytics. A própria IDC tem conduzido estudos e projetos que inspecionam o retorno de investimento (ROI) na implementação destas soluções.

A IDC acredita que o mercado mundial de software de BA continuará crescendo e, até 2011, a estimativa é que o crescimento médio anual esteja em torno de 10,3% ao ano. No Brasil deve atingir os US$ 242,1 milhões em 2011.

Confira a reportagem na íntegra: http://computerworld.uol.com.br/company-zone/IDC/futuro-e-tendencias-de-bi-e-ba/

Sobre Viviane Ribeiro

Data Lover. Seasoned sales/technical professional, author, community champion, technical trainer and public speaker with more than 15 years of experience in IT positions where last 11 years were related to Business Intelligence, BIG Data, Cloud and Database technologies (Oracle, PostgreSQL and SQL Server). She has been responsible for successfully creating roadmaps, designing, implementing and managing complex technology solutions for high profile customers.

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